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sábado, 30 de agosto de 2025

Observando Aves na serra do Caparaó, ES/MG.

 Entre os dias 18 a 22 de agosto, pp., estivemos visitando o Parque Nacional do Caparaó, Portaria de Dores do Rio Preto, acesso pelo lado do Espirito Santo.

O Parque é um dos lugares muito bons para a observação de aves. Podemos encontrar aves típicas da mata atlântica bem como aves que aqui no Brasil somente podem ser registradas em serras de maior altitude. Conseguimos registrar 136 espécies em nossa visita e nossa lista está na plataforma E-Bird.

O Link de nossas espécies registradas: 

 https://ebird.org/checklist/S268717211

a região abrangida pelo Parque possui uma área de 31.800 hectares, situa-se na divisa dos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Suas altitudes variam entre os 997 m. nas partes mais baixas até o cume do Pico da Bandeira a 2.891 m. de altitude.

O parque está localizado na divisa entre os estados do Espírito Santo e Minas Gerais e ocupa sete cidades do lado capixaba e quatro do lado mineiro. Cerca de 80% do parque está no estado do Espírito Santo.[3] O Pico da Bandeira, com 2.891 metros, ponto mais elevado do parque, localiza-se na divisa dos estados. O Pico do Cristal, com 2.769 metros fica exclusivamente em território mineiro. O parque abriga ainda outros picos, menores em tamanho, mas também de altitudes consideráveis, como o Morro da Cruz do Negro (2.658 metros), a Pedra Roxa (2.649 metros), o Pico dos Cabritos ou do Tesouro (2.620 metros), o Pico do Tesourinho (2.584 metros), e a Pedra Menina (2.037 metros) todos em território capixaba.

Este parque é uma das mais representativas áreas de Mata Atlântica em território capixaba, que além de cobrir boa parte da Serra do Caparaó, também é encontrada nas encostas das Serras do Castelo, do Forno Grande e da Pedra Azul. A Serra do Caparaó é uma ramificação da Serra da Mantiqueira, se interligando com as Serras do Brigadeiro e do Pai Inácio em Minas Gerais. Fonte: Parque Nacional de Caparaó – Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque se sobressai por muitos atrativos. Além do montanhismo e da beleza, temos a observação de aves, que pode ser praticada em todos os lados do parque.

Encanta muito observar a paisagem, principalmente a vegetação e as várias gradações, vários estágios da vegetação que podemos observar. Primeiro, chama a atenção a mata alta na parte mais baixa, em torno dos 1.000-1.200 metros, onde encontramos muitas espécies da mata atlantica. Arvores altas, com mais de 20m de altura. Depois, à medida  que vamos subindo, a partir de uns 1.600-1800 metros de altura, temos a mata de altitude, formada por árvores mais baixas, com alturas menores, alcançando uns 12 metros e com grande profusão de bambus, as taquaras. Achamos interessante que aves tidas como habitantes da mata alta como o cotingideo Corocoxó, Carpornis cucullata, pode ser ouvido tanto na mata alta quanto na mata mais baixa da floresta de altitude. E, finalmente, os campos de altitude, a partir dos 2.000 metros de altitude. Esses campos, algumas vezes, nos reconcavos, permitem que a vegetação seja mais alta, com arvores alcançando os 12 metros ou até mais. Nos campos de altitude, temos a dominância de uma espécie de bambuzinho famoso por existir nas serras altas do Sudeste do Brasil. Esse bambuzinho é a Chusquea pinifolia.


Em alguns locais, mesmo a 2.000 m. de altitude, podemos vislumbrar áreas com vegetação mais alta, talvez devido a solos mais profundos.


Campos de altitude e a Chusquea pinifolia.




Faremos postagens a seguir, mostrando fotos de algumas das aves que registramos nessa viagem maravilhosa de observação de aves.

Muito obrigado às pessoas que nos visitam!!



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